quarta-feira, 24 de março de 2010

Passos Coelho acusa o Governo de «chantagem»

O social-democrata fez vários avisos ao executivo de José Sócrates. Sobre a comissão de inquérito à compra da TVI, diz que a lista de pessoas a ouvir «está incompleta»

O candidato à liderança do PSD, Pedro Passos Coelho, deixou vários avisos ao Governo de José Sócrates, esta terça-feira, acusando-o de fazer «chantagem», avança a Lusa.

«O Governo minoritário que é faz esta chantagem: apela ao nosso sentido de responsabilidade para que possa fazer aquilo que lhe apetece», acusou Passos Coelho, exigindo: «Nunca mais nos tomem por parvos».

De acordo com o candidato à liderança social-democrata, «é muito importante que o PSD continue a ser um partido de grande responsabilidade, mas uma coisa é ser responsável, outra coisa é encolher os ombros, dizer que a culpa é do PS e que as más políticas para o país poderão sempre seguir com a nossa indiferença».

Passos Coelho deixou o alerta ao PS, afirmando que se este «julga que pode deixar o país a apodrecer, fazendo chantagem com o PSD para escolher os piores caminhos para o país», nesse caso os sociais-democratas não vão aceitar «andar com o Governo ao colo», ajudando «a devolver aos portugueses a palavra» para que estes possam escolher de outra maneira.

«Nós não andamos aqui atrás de desafios a ver quem derruba primeiro, mas o Partido Socialista e o engenheiro Sócrates que comecem a olhar para os interesses do país e comecem a tomar as decisões que são importantes», defendeu.

O candidato pediu ainda ao PS que fale com «aqueles que vão ser eleitos pelos militantes do PSD» e não com quem está de saída.

«Eu nunca farei no PSD aquilo que os outros me fizeram a mim. E terei ocasião, na própria noite das eleições, se elas confirmarem a expectativa que tenho, de dar um sinal claro de que tenciono contar com qualquer um deles para a primeira linha da afirmação do nosso partido em Portugal», garantiu.

PT/TVI: lista incompleta

Passos Coelho considerou que a lista de personalidades que os partidos querem ouvir na comissão parlamentar de inquérito ao negócio PT/TVI é «muito completa e suficientemente ampla».

«Eu creio que a lista que foi elaborada pelos diversos partidos é, nesta altura, uma lista muito completa e todos aqueles que, no decorrer dos trabalhos da comissão se vier a concluir que é útil ouvir também - na medida em que possam trazer algum esclarecimento adicional - não deixarão de ser chamados com certeza», afirmou o candidato.

O social-democrata considerou ainda que essa lista é «suficientemente ampla para que a comissão possa iniciar os seus trabalhos e sobretudo fazer aquilo de que está incumbida que é averiguar todos os factos que sejam relevantes para saber se houve ou não houve interferência do Governo, através da golden share que detém na PT, no negócio da possível aquisição de uma televisão privada».

«É isso que é importante que se conclua rapidamente porque o país não pode continuar com esta suspeição de que o Governo interfere onde não deve e de que o Ministério Público não investiga aquilo que deve», concluiu.
in diario.iol.pt

Passos é o melhor candidato do PSD a primeiro-ministro

Sondagem da Marktest a todos os portugueses aponta o ex-líder do JSD como o mais capaz para suceder a Sócrates.

Se fossem os portugueses a escolher entre os principais candidatos a líder do PSD o que tem mais capacidade para ser assumir o cargo de primeiro-ministro Passos Coelho seria o escolhido. Com uma confortável vantagem de 12 pontos percentuais face a Paulo Rangel, o único que se aproxima do ex-líder da JSD dado que José Pedro Aguiar-Branco se fica pelos 6%. Aos olhos do eleitorado a disputa pelo lugar de Ferreira Leite está mesmo bipolarizada.

De acordo com o barómetro da Marktest para o Diário Económico e TSF, 35% portugueses dizem que Passos Coelho é o mais capaz para suceder a José Sócrates, enquanto Paulo Rangel arrecada 23% de opiniões favoráveis. Ainda assim, um número substancial de inquiridos (16%) assume que "nenhum" dos três principais candidatos é capaz de fazer o PSD regressar ao poder, enquanto 20% opta pelo não sabe ou não responde.

O politólogo António Costa Pinto acredita que esta concentração de votos em Paulo Rangel e Pedro Passos Coelho se deve "ao facto de uma parte das respostas estar a ser condicionada pela percepção pública de quem tem mais possibilidade de ganhar" as eleições directas de sexta-feira no PSD e menos "pelo perfil de cada um dos candidatos para o cargo de primeiro-ministro".

Quanto ao fraco desempenho de Aguiar-Branco nesta sondagem o politólogo aponta para uma "questão de notoriedade: chegou há pouco tempo à liderança do grupo parlamentar e não tem a projecção que Paulo Rangel ganhou com a vitória nas últimas eleições europeias ou que Pedro Passos Coelho foi acumulando nos últimos dois anos", quando se começou a preparar a recandidatura.

A sondagem da Marktest foi realizada entre os dias 16 e 21 de Março, já depois do último congresso do PSD e da aprovação da polémica lei da rolha que limita a crítica interna e após a apresentação pública das moções estratégicas que sustentam cada uma das candidaturas. O trabalho de campo da Marktest foi realizado antes do último debate televisivo que juntou, na RTP, os quatro candidatos (Castanheira Barros incluído).

O eleitorado PS mostra maior afinidade pelas capacidades políticas de Passos Coelho do que o próprio eleitorado do PSD: 47% dos inquiridos que dizem votar PS apontam para o ex-líder do JSD como o mais capaz para ser primeiro-ministro , enquanto entre os social-democratas esse valor se fica pelos 42%.

Para o professor da Universidade do Minho, João Cardoso Rosas, esta tendência tem uma justificação de origem ideológica: "Passos Coelho é uma figura mais simpática e liberal nos costumes enquanto Paulo Rangel é mais conservador e transmite a ideia de que está mais à direita". Daí que, conclui o politólogo, "seja normal que haja entre os socialistas uma maior simpatia" por Passos Coelho do que pelo eurodeputado. Já Costa Pinto aponta para outra explicação: "O eleitorado do PS, apesar de tudo, vê Passos Coelho como tendo uma imagem de moderação e de menor radicalização do que Rangel". Aguiar-Branco, que resitiu a todas as pressões para que desistisse, tanto entre socialistas como entre social-democratas, mantém um fraco desempenho: não vai além dos sete pontos percentuais.

Apesar de ser este o retrato que o país tira dos candidatos a líder da oposição, na sexta-feira não são os portugueses que o elegem mas, apenas, os 78 mil 939 militantes do PSD com as quotas regularizadas.

A sondagem efectuada pela Marktest para Diário Económico e TSF realizou-se de 16 a 21 de Março, com o objectivo de analisar a capacidade dos principais candidatos a líder do PSD para desempenhar o cargo de primeiro-ministro.

O universo desta sondagem é a população de Portugal Continental com mais de 18 anos e que habite em residências com telefone fixo. A amostra, constituída por um total de 808 inquiridos, foi estratificada por regiões: 160 entrevistas na Grande Lisboa, 92 entrevistas no Grande Porto, 132 entrevistas no Litoral Centro, 153 entrevistas no Litoral Norte, 179 entrevistas no Interior Norte e 92 entrevistas no Sul do país, sendo 382 das entrevistas a mulheres e 426 a homens. 255 entrevistas são a indivíduos dos 18 aos 34 anos, 273 dos 35 aos 54 anos e as restantes 280 a pessoas com mais de 54 anos.

A escolha dos lares contactados foi efectuada aleatoriamente, a partir da base de telefones residenciais disponíveis em Portugal Continental. O intervalo de confiança desta sondagem é de 95%, e a margem de erro de 3,45%. 40,6% responderam não sabe/não responde à questão da intenção de voto. in economico.pt

segunda-feira, 22 de março de 2010

Passos Coelho lamenta que Governo tenha recusado "consenso mais alargado" em relação ao PEC

O candidato a presidente do PSD Passos Coelho lamentou hoje que o Governo tenha recusado um "consenso mais alargado" quanto ao Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), nomeadamente debatendo-o com a futura liderança social democrata.

No congresso do PSD deste fim de semana, Pedro Passos Coelho desafiou o primeiro ministro a adiar o debate sobre o PEC no Parlamento, que está marcado para o dia 25 de março, véspera das diretas para a liderança do PSD.

Hoje o grupo parlamentar do PSD propôs formalmente esse adiamento, para que o documento pudesse ser debatido já com o novo presidente do partido, mas o Governo e o PS rejeitaram-no. in Lusa

Mensagem do Presidente da JSD Odivelas

Caros (as) Companheiros (as)

Aproxima-se a data da eleição do próximo presidente do PSD. Por ser este um facto de elevada importância para o Futuro do nosso partido e do País, todos os militantes do PSD devem entender este momento como o momento de mudança para o PSD voltando assim, a ser este um partido de referência junto dos Portugueses e de alternativa de Governação para o País.

MUDAR, é por isso palavra que se pretende que impere no PSD.

Deve por isso o próximo líder do PSD ser uma pessoa descomprometida com o passado, que olhe para o Futuro com Esperança, que procure ouvir os militantes e com eles desenvolver o seu projecto que devolva a credibilidade do PSD junto dos Portugueses, que conheça a realidade do Pais e procure soluções práticas e exequíveis para retirar o mesmo da grave crise económica em que o PS nos deixou, que faça novamente o PSD o partido dos Portugueses.

Por estas premissas, a JSD Odivelas como no passado volta a declarar o seu apoio a PEDRO PASSOS COELHO.

Porque acreditamos que PRIMEIRO ESTÁ PORTUGAL , contamos com todos para MUDAR o PSD.

Um abraço,

Marco Almeida
Presidente da JSD de Odivelas

Passos Coelho quer aeroporto de Beja a funcionar brevemente

O candidato à liderança do PSD Pedro Passos Coelho disse quinta-feira esperar que o Governo e a ANA - Aeroportos de Portugal criem rapidamente condições para o aeroporto de Beja começar a operar e a fazer «sentido»

«Esperamos que a ANA e o Governo possam diligenciar no sentido de tornar cada vez mais rápido o início das operações e a criação de condições envolventes para que este investimento faça sentido», disse Pedro Passos Coelho aos jornalistas durante uma vista ao aeroporto de Beja.

Segundo Pedro Passos Coelho, o aeroporto de Beja «pode ter uma importância relevante no desenvolvimento» do Baixo Alentejo e «não há dúvidas» de que «pode ser muito necessário» mas «precisa de ser rentabilizado».

«Era muito importante que os projetos que justificaram que esta aposta fosse feita pudessem estar garantidos e envolvidos no desenvolvimento do aeroporto de Beja», disse, frisando que também «há projetos complementares», como os das acessibilidades, que «são necessários».

Por outro lado, frisou, «é importante que, no âmbito das certificações, existam os passos necessários para que possa operar».

Pedro Passos Coelho manifestou, no entanto, dúvidas sobre «a opção que o Governo parece ter feito de entregar a exploração» do aeroporto de Beja à ANA, referindo que sobre esta matéria «há ainda uma indefinição muito grande».

«Era importante que se encontrasse outra forma descentralizada» para explorar o aeroporto de Beja, «porque isso traduz uma aposta mais decidida no efeito regional que o equipamento pode ter», sugeriu.

Por outro lado, disse, «está projetada» a privatização da ANA e «é mais do que legítima a preocupação das populações» da região.

Ou seja, as populações «julgam e desconfiam» que se o aeroporto de Beja «estiver sobre a gestão da ANA ficará esquecido face a outros projectos mais importantes» que a empresa «tem para desenvolver num futuro quadro de privatização», como o novo aeroporto de Lisboa.


«Era bom refletir seriamente se não seria preferível encontrar um outro destino de gestão para este equipamento que não fosse o da ANA», defendeu.

Lusa / SOL

Pedro Passos Coelho "satisfeito" com sondagem que lhe dá vitória folgada

O candidato à liderança do PSD Pedro Passos Coelho mostrou-se hoje "satisfeito" por uma sondagem que lhe dá uma vitória folgada nas directas de 26 de Março, mas sublinhou que ainda falta uma semana de campanha eleitoral.

"Nas sondagens prefiro ir à frente do que ir atrás e fico satisfeito por saber que aparece uma sondagem que me dá essa vantagem", disse Pedro Passos Coelho aos jornalistas no final de um encontro com militantes na sede do PSD da Guarda.

O semanário Sol publica na sua edição de hoje uma sondagem que dá a vitória a Pedro Passos Coelho, com 51 por cento dos votos dos militantes, ficando em segundo lugar o candidato Paulo Rangel com 31 por cento das intenções de voto.

Passos Coelho disse estar "satisfeito" com a percentagem que lhe é atribuída mas apontou que "há ainda uma semana de campanha eleitoral pela frente" e que "as coisas nunca estão decididas antes das eleições e, portanto, não estou convencido de que já ganhei esta eleição".

"Tenciono que os militantes não baixem a sua guarda na discussão que é preciso travar, na mobilização que é preciso fazer e espero que esta eleição tenha, de facto, uma mobilização muito grande", declarou.

Também disse esperar que no resultado eleitoral "não sobrem dúvidas sobre aquilo que os militantes querem decidir para o futuro do PSD".

Garantiu que apesar de a sondagem apontar para a vitória da candidatura que lidera, o seu respeito por todas as candidaturas mantém-se até ao dia das eleições.

"Qualquer que venha a ser o resultado, é muito importante que o PSD não se esqueça daqueles que tomaram a iniciativa e tiveram a ousadia de se candidatar e que apresentaram um programa de transformação, de mudança, não apenas para o PSD mas para a sociedade portuguesa também", desejou Passos Coelho.

Na passagem pela Guarda, o candidato à liderança nacional do PSD também disse esperar que a última semana de campanha "decorra com a mesma elevação e com o mesmo sentido de pluralidade que tem decorrido até aqui".

Fez votos para que os últimos sete dias "decorram com a mesma serenidade e tranquilidade" com que se processaram os anteriores.

Pedro Passos Coelho foi recebido na sede distrital do PSD/Guarda pelo líder Álvaro Amaro, que apoia o candidato Paulo Rangel mas referiu que a comissão política deliberou, por unanimidade, dar "liberdade de opção" a cada um dos elementos. Álvaro Amaro assegurou que após a disputa eleitoral, toda a equipa distrital "trabalhará arduamente com a nova direcção política" do PSD.

António Edmundo, vice-presidente da comissão política distrital do partido e presidente da autarquia de Figueira de Castelo Rodrigo, é o mandatário distrital da candidatura de Pedro Passos Coelho. in negócios

Passos Coelho critica «bónus de milhões» atribuídos a gestores públicos

Para o candidato à liderança do PSD, «não faz sentido estar a pedir às famílias portuguesas para pagarem mais a crise e, ao mesmo tempo, o Estado estar a atribuir prémios e bónus de milhões de euros aos gestores públicos».

«O mais importante a fazer nesta altura, até por uma questão simbólica de moralização pública, é pedir ao grupo parlamentar do PSD que, já na próxima semana, no debate quinzenal com o primeiro-ministro, o obrigue a esclarecer se vai ou não revogar as decisões de atribuir prémios aos gestores públicos, como foi o caso da REN, ainda há bem pouco tempo», afirmou Passos Coelho, citado pela edição online do i, após uma visita ao Lar da Misericórdia de Alcoitão, em Cascais.

Para o candidato à liderança do PSD, caso o Governo se recuse a dar explicações sobre este tema, o PSD deve agendar «um debate de urgência no parlamento» sobre a questão.
in A Bola

Passos Coelho considera Sócrates o primeiro-ministro “mais descredibilizado desde o 25 de Abril"

O candidato à liderança do PSD Pedro Passos Coelho disse hoje que Portugal tem "o primeiro ministro mais descredibilizado desde o 25 de abril" e que "já ninguém acredita que este seja um Governo de legislatura".

Para Passos Coelho, o executivo socialista de José Sócrates "está a governar navegando à costa e está com medo de eleições".

Essa é a razão, defende "porque a maior parte das pessoas está com os olhos no PSD" e porque a última semana de campanha para as eleições internas deve centrar-se no país e não em questões internas do partido.

Passos Coelho espera que questões como a insuficiência de assinaturas do adversário José Pedro Aguiar-Branco não marquem a reta final da campanha e que a tónica seja "o pluralismo, a tolerância e o respeito uns pelos outros".

"Nós não temos estado a falar do nosso umbigo e eu espero que esta última semana confirme esta tendência e que o país seja o centro das nossas discussões e mensagens políticas e não as questões internas que nada acrescentam à dignificação e à responsabilização que os portugueses esperam ver na política portuguesa", declarou aos jornalistas.

Antes, num discurso dirigido aos militantes, na sede distrital de Bragança do partido, o candidato disse que "o PSD tem de dar o exemplo, discutindo o país e não andando de dedo acusador uns para os outros" e valorizando os seus militantes.

"Há muitos anos que nos habituamos a tratar os militantes como quem enche autocarros, como meros figurantes da política interna. Se nós não respeitarmos os nossos militantes, não os trouxermos para o debate, não pusermos de lado os preconceitos, estamos a dar um sinal que tratamos o país como os militantes", afirmou.

Passos Coelho disse não ter pressa de chegar ao Governo nem ter como objetivo derrubar o Governo socialista, porém reiterou que "se o Partido Socialista e o engenheiro José Sócrates quiserem deixar o país a apodrecer, nós não andaremos com este Governo às costas".

O candidato entende que se não fossem a proximidade das eleições presidenciais e a atual situação económica do país "ninguém acreditava que este Governo durasse mais um ano".

Pedro Passos Coelho disse ainda que "gostaria que o PSD não votasse favoravelmente" o PEC (Plano de Estabilidade e Crescimento", votação que ocorrerá um dia antes das eleições no partido para a mudança de líder.

O candidato referiu-se também às obras públicas, para dizer que não é por regiões como Bragança que tem de começar a contenção, manifestando apoio às novas estradas em execução no único distrito do país sem um quilómetro de autoestrada. in jn

quarta-feira, 17 de março de 2010

Conferência sobre Politicas de Juventude com Pedro Pinto

É já hoje, Quarta-Feira, a grande conferência com o Ex-Lider da JSD Pedro Pinto sobre Politicas de Juventude! Vem discutir o futuro da juventude de Portugal, às 21h, na Bibloteca Municipal de Oeiras! Vamos MUDAR PORTUGAL!
Contamos Contigo!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Mensagem de Apoio de Luis Batista - Mandatário da Juventude de Queluz

Apoio o Dr. Pedro Passos Coelho pois acredito na frontalidade, na coragem e na capacidade para dar um rumo ao país. É a imagem de uma oposição forte a um sistema que está montado na nossa sociedade, que nos domina e que enfraquece aqueles que todos os dias lutam por uma vida mais justa e digna. Será o príncipio de um Portugal forte e justo.

Luís Batista
Mandatário da Juventude JSD Queluz

Programa é "credível" porque só interessa a Bruxelas a redução do défice, acusa Passos Coelho

O candidato à liderança do PSD. Pedro Passos Coelho considerou hoje que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) é credível para a Comissão Europeia na medida em que lhe interessa a redução do défice de Portugal.

O candidato à liderança do PSD. Pedro Passos Coelho considerou hoje que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) é credível para a Comissão Europeia na medida em que lhe interessa a redução do défice de Portugal.

"É um PEC credível na medida em que à Comissão Europeia aquilo que interessa é que o Estado português daqui a três anos não tenha um défice superior a três por cento e não tenha descontrolada a dívida externa", afirmou Pedro Passos Coelho em Ansião, distrito de Leiria, no final de um almoço com apoiantes.

O candidato disse contudo que ao país "não é só isso que interessa: "Interessa também como isso se consegue e se tivermos de conseguir uma redução do défice público à custa do aumento dos impostos eu acho mal para Portugal".

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, disse hoje que o PEC é um documento "credível" e apelou a um consenso nacional "tão vasto quanto possível".

Pedro Passos Coelho reconheceu que o PEC "garante um défice de 3%, mas à custa do aumento dos impostos e sem medidas estruturais para o país, o que significa que daqui a três ou quatro anos nós voltamos ao mesmo".

"Compreendo que, se calhar, o Partido Socialista e o primeiro ministro não estejam muito preocupados com o que vai acontecer com Portugal daqui a quatro anos, mas nós estamos", assegurou, explicando que não é apenas porque o PSD pode "ter a responsabilidade do governo", mas também porque o país voltará a ter "fraco crescimento económico". in negocios.pt

Passos Coelho cria grupo de trabalho para estudar revisão da Constituição

Pedro Passos Coelho não perde tempo em conversas...trabalha!!

A candidatura de Pedro Passos Coelho criou um grupo de trabalho para estudar a revisão constitucional e a revisão do sistema político, devendo depois as conclusões ser incluídas na moção de estratégia do candidato à liderança do PSD.
Em declarações à Lusa, o constitucionalista Bacelar Gouveia, um dos sociais democratas que irá integrar o grupo de trabalho, adiantou que a ideia é que as propostas e ideias que forem produzidas sejam "plasmadas na moção de estratégia que Pedro Passos Coelho vai levar ao congresso", caso vença as directas marcadas para 26 de Março.

Recordando que a Constituição Portuguesa já vai fazer 34 anos, Bacelar Gouveia sustentou que a Lei Fundamental "tem acusado um certo desgaste e um certo envelhecimento".

Por outro lado, acrescentou, "a revisão constitucional valerá também por ser uma oportunidade de aperfeiçoar e corrigir algumas anomalias que hoje são evidentes no sistema político português", devendo ainda servir para "rever leis que estão associadas ao desenvolvimento da própria Constituição".

Entre as áreas que deverão ser revistas, o constitucionalista apontou a área da Justiça, defendendo a extensão do "dever de transparência" a magistrados e procuradores, nomeadamente através da entrega da declaração de rendimentos e património.

Por outro lado, a forma de nomeação do Procurador Geral da República e a designação dos dirigentes das entidades reguladoras independentes também deveria sofrer alterações, passando a ser feitas no âmbito parlamentar, defendeu Bacelar Gouveia.

Relativamente à reforma do sistema político, Bacelar Gouveia adiantou que um dos assuntos que deverá ser estudado é a questão dos executivos autárquicos, que atualmente são constituídos por "maioria e oposição".

"O executivo camarário deve ser uma unidade própria de acção", preconizou.

A regionalização deverá também ser objecto de análise, acrescentou Bacelar Gouveia, insistindo que o propósito é que a revisão constitucional "se possa concretizar em leis ordinárias que tenham que ver com a vida das pessoas".

Além de Bacelar Gouveia irão integrar este grupo de trabalho, que será presidido por Paulo Teixeira Pinto, Calvão da Silva, Pedro pais Vasconcelos, Bacelar Gouveia, Assunção Esteves, Amorim Pereira e Manuel Mourinho.

Entretanto, a candidatura de Pedro Passos Coelho anunciou hoje que o ex-ministro Joaquim Ferreira do Amaral também a apoio o antigo líder da JSD na 'corrida' à liderança do PSD.

"Preparo-me para votar no Pedro Passos Coelho no pressuposto que ele uma vez eleito e Presidente do Partido fará todos os esforços para unir o Partido sem exclusões, para propor aos portugueses soluções que ajudem Portugal a arrancar para um futuro melhor e para congregar o Partido no apoio à reeleição do Prof. Cavaco Silva", lê-se numa mensagem de Ferreira do Amaral divulgada pela candidatura de Pedro Passos Coelho. in dn.

Ferreira do Amaral apoia Passos Coelho

O ex-ministro das Obras Públicos no governo de Cavaco Silva manifestou hoje o seu apoio à candidatura de Pedro Passos Coelho à liderança dos sociais-democratas. Ferreira do Amaral acredita que o ex-líder da JSD «fará todos os esforços para unir o partido sem exclusões»in sol

Luis Filipe Menezes apoia Passos Coelho

Luís Filipe Menezes anunciou o apoio a Pedro Passos Coelho nas directas de 26 de Março. «Tenho pena de não poder votar em dois candidatos, apetecia-me votar em dois candidatos», disse no XXXII Congresso Nacional do PSD, não referindo porém qual o outro candidato em que votaria se pudesse.

Depois dos ataques, mais ou menos indirectos feitos a Paulo Rangel, Luís Filipe Menezes sublinhou que o facto de ser militante há poucos anos não lhe dá menos direitos do que os outros.in diario.iol.pt

Passos Coelho quer pôr a trabalhar quem receber subsídios

Pedro Passos Coelho foi o último candidato à liderança do PSD a falar ao congresso, em Mafra. Dirigiu-se directamente aos interlocutores. A primeira palavra foi para Manuela Ferreira Leite. Depois, para Santana Lopes.

Depois de falar para dentro do PSD, Passos Coelho salientou o imperativo de “lançar alerta cívico ao pais”, a bem de mais igualdade. “Quem receber subsídios deve retribuir com solidariedade para aqueles que mais precisam”, disse. O candidato a líder do PSD defendeu, ainda, “trabalho ocupacional nas Juntas e Câmaras, em Organizações Não Governamentais (ONG's) e Instituições de Solidariedade Social (IPSS's) para os beneficiários de subsídios dos estado.

Num discurso abrangente, Passos Coelho abordou a crise económica e financeira que grassa no país e recordou a “falha na supervisão” a cargo do Banco de Portugal, com críticas para o papel de Vítor Constâncio, que foi promovido“, a vice-governador do Banco Central Europeu.

Sobre a justiça e as relações com o poder, Pedro Passos Coelho criticou o trabalho de Pinto Monteiro. “Se a justiça não funcionou de quem é a responsabilidade senão do PGR?”. À pergunta, respondeu com um pedido de demissão do Procurador Geral da República. in jn

Ministro das Finanças "deveria ter sido demitido"

O candidato à presidência do PSD disse hoje que o ministro das Finanças "deveria ter sido demitido" por ter classificado como "money for the boys" a verba que a oposição fez aprovar para pagar aos presidentes de junta de freguesia.

"Porventura, o ministro das Finanças no Parlamento foi infeliz na expressão que utilizou e em circunstâncias normais (...) ele deveria ter sido demitido", afirmou Pedro Passos Coelho num almoço em Ansião com cerca de 80 apoiantes, onde se encontravam vários autarcas.

Sexta-feira, no Parlamento, o ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, criticou a iniciativa da oposição, afirmando que a Lei das Finanças Locais já prevê as verbas para pagar as remunerações dos eleitos das juntas. "Do que se trata é de `money for the boys´", insurgiu-se Teixeira dos Santos.

O candidato sustentou que "ministros e primeiros ministros foram substituídos e demitidos por bem menos, por lapsos bem menos relevantes do que este". "Mas o que custa mais, deixem-me dizer-vos, não é não ter acontecido essa demissão, é o ministro ter uma dificuldade intransponível em reconhecer esse lapso e em pedir desculpa às pessoas por não ter sido correcto", considerou.

Reconhecendo que qualquer pessoa pode ter "um pequeno deslize num debate inflamado", Passos Coelho salientou que choca o facto de o governante "não conseguir depois disso, com serenidade, perceber o disparate que fez e não pedir desculpa aos presidentes de junta por os ter comparado assim a uma espécie de sanguessugas que estão à espera do favor do Estado para receber dinheiro".

Aos jornalistas, o candidato admitiu que as pessoas podem "errar", mas não têm "o direito de ofender", defendendo que "ficava bem" a Teixeira dos Santos retratar-se. in negocios.pt

sexta-feira, 12 de março de 2010

Passos Coelho: Congresso pode servir para rever programa

Passos Coelho sempre com uma mensagem positiva!

O candidato à liderança do PSD Pedro Passos Coelho considera que o congresso extraordinário de Mafra pode ser o momento para se começar a discutir a revisão do programa social democrata e da Constituição portuguesa.
Em declarações à agência Lusa, Passos Coelho disse também que vai aproveitar o congresso deste fim-de-semana para explicitar o seu projeto político e que entende não ser oportuno debater agora alterações aos estatutos do PSD.

«Este congresso insere-se objetivamente na lógica das eleições diretas e pretendo aproveitar a sua realização para poder intervir explicitando o projeto que defendo para o PSD e para o país», disse o ex-presidente da JSD. in diariodigital

Passos: «Eu também colei cartazes»

Passos Coelho é um dos nossos....

O candidato à liderança do PSD Pedro Passos Coelho rejeita eleger para o partido «um líder para a bancada», «alguém que faça apenas campanha eleitoral», um «ilustre do baú da história» ou um presidente «sisudo».

Num jantar de militantes em Paredes, que esta quinta-feira juntou mais de 2500 apoiantes, o candidato teceu duras críticas à governação de José Sócrates, tendo ainda deixado alguns «recados» para os seus opositores na corrida à liderança laranja.

«Gostaria que acreditassem que se há ocasião em que um partido pode ser útil ao seu país é quando escolhe as suas lideranças. E é esse o momento que nós estamos hoje a viver», realçou Passos Coelho.

Segundo o candidato, o que o país quer saber é se o PSD está «preparado para governar, porque é disso que o país precisa».

«O nosso objectivo não é eleger um líder para a bancada, não é alguém que faça apenas uma campanha eleitoral. Todos sabemos fazer isso», afirmou, acrescentando que «não há bons militantes e maus militantes».

Passos Coelho considerou que para a escolha do próximo líder «ainda há quem pense que podemos e devemos ir ao baú da história para tirar o retrato de um ex-presidente do partido».

«A história de ir buscar alguém mais velho, alguém mais experiente, alguém mais preparado, alguém mais sisudo foi uma hipótese que nos já tentámos», reiterou, numa alusão a Manuela Ferreira Leite.

Defensor de que «o palco da liderança do partido tem que mudar», Passos Coelho disse que a «alternativa é ir buscar alguém que tenha o passado do partido no coração, que tenha sabido fazer campanhas».

«Eu também sei o que foi andar com uma balde de cola na mão, com uma trincha na mão, a gelar os dedos, a colar os nossos cartazes e a fazer campanha pelo PSD. Eu também sei o que foi isso há mais de 30 anos», salientou.

Para o candidato, não é com a história se consegue «conquistar o país», já que «quem não tiver ambição e não trouxer um trajecto para o futuro não convence o país de que o PSD tem o que é preciso para mudar Portugal».
in tvi24

Passos Coelho é o melhor para chegar ao poder

O Povo quer Passos Coelho Presidente do PSD.

Passos Coelho é o melhor dos candidatos à liderança do PSD para ganhar as legislativas a José Sócrates, dizem 42,5% dos inquiridos pelo Barómetro da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença. Seguem-se Paulo Rangel, com 24,3%, José Pedro Aguiar Branco, com 17,7% e Castanheira Barros, com 1%.

De acordo com a mesma consulta, Passos Coelho é quem deve liderar o PSD na opinião de 47,1% dos inquiridos, ficando-se Paulo Rangel pelos 22,1%, Aguiar Branco pelos 15,9% e Castanheira Barros pelos 1,9%.

Quando inquiridos sobre com quem é que o Governo terá mais facilidade em estabelecer acordos, 43,4% dizem que é com Passos Coelho, 20,6% com Paulo Rangel e 18,1% com Aguiar Branco. in expresso

Passos Coelho teria votado contra este orçamento

O candidato a presidente do PSD Pedro Passos Coelho disse que teria votado contra o Orçamento do Estado para 2010 hoje aprovado, o que o seu adversário Aguiar-Branco qualificou de uma irresponsabilidade.

Durante um frente a frente na SIC-Notícias, Aguiar-Branco e Passos Coelho concordaram que o PSD deve apresentar uma moção de censura ao Governo se a comissão parlamentar de inquérito sobre a compra da TVI provar que o primeiro ministro, José Sócrates, mentiu sobre esta matéria.

O líder parlamentar social democrata, Aguiar-Branco, interpelou várias vezes Passos Coelho ao longo deste frente a frente televisivo, a começar pelo Orçamento do Estado que foi hoje aprovado com a abstenção do PSD e do CDS-PP. in lusa

Sondagem aponta Passos Coelho como o melhor para liderar o PSD

Pedro Passos Coelho é o preferido dos portugueses para liderar o PSD, segundo os dados de uma sondagem da Eurosondagem para a Rádio Renascença, SIC e Expresso hoje revelada.
Passos Coelho é também apontado como o candidato a líder do PSD que está em melhor posição para fazer acordos e para vencer as próximas eleições legislativas.

Segundo a sondagem, Passos Coelho reúne 47,1 por cento das preferências dos inquiridos, Paulo Rangel surge na segunda posição com 22,1 por cento, Aguiar Branco tem 15,9 e Castanheira Barros fica-se pelos 1,9 por cento.

À pergunta com quem é que o Governo tem mais facilidade em estabelecer acordos, Passos Coelho soma 43,4 por cento, Rangel fica mais uma vez na segunda posição (20,1 por cento) e Aguiar Branco na terceira (18,1 por cento)

O eurodeputado tem a sua melhor percentagem na resposta à questão sobre quem reúne melhores condições para ganhar as próximas eleições legislativas (com 24,3%) mas fica mais uma vez longe de Pedro Passos Coelho (42,5 por cento). Aguiar Branco surge aqui mais um vez em terceiro com 17,7% e Castanheira Barros em último com 1%.

Esta sondagem foi efectuada por telefone, pela Eurosondagem, para a Renascença, "Expresso" e SIC, entre 4 e 9 de Março, tendo como universo os indivíduos com mais de 18 anos residentes em Portugal continental em lares com telefone da rede fixa. Os entrevistados foram distribuídos aleatoriamente no que se refere ao sexo e à idade.

A amostra foi estratificada por regiões: 21% na Região Norte, 13% na área Metropolitana do Porto, 26% na área Metropolitana de Lisboa, 30% na Região Centro e 10% na região Sul. Num total de 1019 entrevistas validadas que correspondem a uma taxa de resposta de 83,2%.

A intenção de voto resulta de um exercício meramente matemático em que se considera como abstencionistas os 20,5% que "não sabe" ou não responde. O erro máximo da amostra é de 3,07 por cento para um grau de probabilidade de 95%.in publico

quarta-feira, 10 de março de 2010

Não aceitarei "arranjos de governo no atual quadro parlamentar

Pedro Passos Coelho afirmou hoje que se for eleito presidente do PSD exigirá eleições legislativas antecipadas quando entender que se extinguiram as condições de governação, não aceitando "arranjos de governo no atual quadro parlamentar".

No final de um almoço com militantes e jornalistas, na Costa da Caparica, Passos Coelho prometeu que, se for presidente do PSD, estará atento "para avaliar quando é que as condições de governação se extinguirão", acrescentando estar certo de que o Presidente da República terá a mesma atitude.

"Estarei atento, como com certeza - não tenho dúvidas - o senhor Presidente da República também estará, para avaliar quando é que as condições de governação se extinguirão. E, no dia em que elas se extinguirem, é bom que os portugueses saibam que, enquanto eu for presidente do PSD, não contarão com o PSD para fazer arranjos de governo no atual quadro parlamentar", afirmou. in epa.

12 de Março Passos Coelho visita Futurália

Pedro Passos Coelho estará na próxima Sexta-Feira,às 11h, na Futurália, na Fil, demonstrando mais uma vez a importância dos jovens para o desenvolvimento do País! Passos Coelho pretende ouvir os jovens das suas dificuldades de encontrar o 1º emprego ou na area de formação.
Se estiveres na FIL não esqueças de expor as tuas dificuldades ao futuro Lider do Pais, o Lider que ouve o País.

Passos Coelho admite eleições antecipadas

O candidato à liderança do partido deixa o aviso reafirmando-se um defensor de eleições antecipadas se o PS não conseguir governar.


Pedro Passos Coelho admite eleições antecipadas
“Se for eleito presidente do PSD, como espero, estarei disponível para ir a eleições no dia em que se tornar inequívoco que este Governo não tem condições para governar. O que me preocupa não é saber se vou apresentar uma moção de censura ou em que data vou provocar a queda do Governo, estarei atento, como com certeza o senhor Presidente da República também estará, para avaliar quando é que as condições de governação se extinguirão. No dia em que elas se extinguirem é bom que os portugueses saibam que não contarão com o PSD para fazer arranjos de Governo no actual quadro parlamentar e, portanto, deverá ser devolvida a palavra aos portugueses e eles escolherão que Governo gostariam de ver à frente do país em eleições legislativas”, disse.



Passos Coelho pede prudência a Ferreira Leite na negociação do PEC
Passos Coelho volta também a “pedir prudência” a Manuela Ferreira Leite na negociação do PEC. É que o diploma de apoio ao Programa de Estabilidade e Crescimento será votado no Parlamento na véspera das directas no PSD.

Estas declarações foram feitas à margem de um almoço com militantes na Costa de Caparica. in
www.rr.pt

Passos Coelho defende aumento de funcionários públicos reformados em vez de antecipação da idade da reforma

Pedro Passos Coelho defendeu hoje, em Torres Vedras, que o rácio de funcionários públicos a serem reformados por cada novo contratado deverá aumentar, em vez de o Governo antecipar a idade da reforma.

"Gostaria de ver antes o Governo a propor a alteração do rácio de funcionários que saem para a reforma e daqueles que são admitidos de novo na função pública. O rácio deveria subir e por cada cinco que se reformassem só deveria ser admitido um", disse à agência Lusa o candidato à presidência do PSD.

"Desta maneira o Governo tem a possibilidade de em quatro ou cinco anos reduzir o número de efetivos na administração e precisa de o fazer", explicou. in Lusa

Passos entra nos apoios da líder 3 novos apoios

Candidato à liderança diz que o Governo liderado por José Sócrates está a "desfazer-se"

A candidatura de Pedro Passos Coelho à presidência do PSD recebeu ontem o apoio de três deputados que, no passado, apoiaram Manuela Ferreira Leite e outros líderes do partido.

Luís Campos Ferreira (apoiante de Ferreira Leite nas últimas diretas do PSD e vice-presidente da direção parlamentar liderada por Paulo Rangel na anterior legislatura) justificou a decisão - falando também em nome de Fernando Negrão e Luís Montenegro - com base em "três razões".

"Primeiro, de todos os candidatos é o que tem mais capacidade de integrar, de aglutinar todos os sociais democratas no dia a seguir às eleições. Segundo, há muito que se está a preparar e é, por isso, o que está mais preparado para ser líder do partido e primeiro ministro. Em terceiro lugar, num país onde toda a gente se habituou a falar berrando, a começar pelo primeiro-ministro e a acabar nalguma oposição, a combatividade serena de Pedro Passos Coelho é uma garantia de eficácia e de responsabilidade", frisou Luís Campos Ferreira.

Recorde-se que Luís Montenegro foi apoiante da candidatura de Santana Lopes em 2008 e Fernando Negrão, ex-director-geral da PJ, foi ministro no Governo de Santana Lopes e cabeça-de-lista do PSD por Setúbal nas legislativas de 2005 e 2009.

Os ex-presidentes da PT Miguel Horta e Costa e Luís Todo Bom também apoiam Passos Coelho, segundo a Lusa, integrando a Comissão de Honra do candidato juntamente com os actores Nicolau Breyner e Tozé Martinho.

Horta e Costa, que apoiou Ferreira Leite, disse ao DN que não faria "qualquer tipo de comentário" sobre o assunto por haver "passos importantes" a dar nos próximos dias, entre eles a realização do Congresso.

Quem vai esperar mesmo para "ver como é que corre o Congresso" extraordinário de 13 e 14 de Março, antes de anunciar a sua posição, é o eurodeputado Carlos Coelho.

Carlos Coelho foi o único eurodeputado do PSD a transitar da anterior para actual legislatura do Parlamento Europeu, tendo desempenhado até 2009 as funções de coordenador do grupo dos sociais-democratas naquela instituição e que agora são exercidas por Paulo Rangel -o qual recebeu, entretanto, o apoio de Pedro Lynce e Amândio de Azevedo.

Passos Coelho, num almoço com militantes em Oliveira do Hospital, disse querer um partido "com casa arrumada" para poder propor "um rumo para Portugal" num momento em que "o Governo está a desfazer-se".

Sinal disso, adiantou Passos Coelho, é que José Sócrates "já está a fazer campanha para dentro do PS". "Temos que dar uma alternativa de esperança aos portugueses", afirmou o candidato, acusando o Governo de "distribuir mal os poucos recursos".

Paulo Rangel, que se reuniu com a Confederação dos Agricultores de Portugal, disse que será na reforma da Política Agrícola Comum "que tudo se joga para o médio prazo da agricultura em Portugal", que deve ser encarada como "um sector estratégico" em termos económicos, de segurança e defesa nacional ou de ordenamento do território. Com Lusa in dn

Rendimento Mínimo - Passos Coelho defende mudanças

O candidato à liderança do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou esta quarta-feira, na Trafaria, que é defensor de mudanças no Rendimento Social de Inserção sendo contra a renovação automática desta prestação social.


De visita ao Bairro do 2º Torrão, Trafaria, concelho de Almada, Passos Coelho confrontou-se com as dificuldades clandestino criado há mais de 30 anos.

Não havia associação de moradores para o receber, mas Passos interpelou quem encontrou no local. Ouviu queixas de dificuldades, de falta de água ou de luz e pedidos de mudança da classe política.

"Na televisão só vejo vigaristas", afirmou uma das moradores de idade já mais avançada, pedindo-lhe desculpa por falar naqueles termos: "Olhe que eu não sou", clarificou de prontidão Passos Coelho. A moradora concordou.

Num percurso sinuoso, entre terra batida, pedras e alguns vestígios de cimento, Passos Coelho prosseguiu caminho e encontrou duas jovens, nascidas em Angola, que o cumprimentaram. Abordou as jovens sobre a falta de electricidade no bairro e da necessidade de melhoramentos. Trocaram dois dedos de conversa sobre os gostos pelos estudos e a importância da vida escolar.in correio da manhã.

Presidentes das distritais de Lisboa e Porto apoiam Passos Coelho

Carlos Carreiras e Marco António Costa, presidentes das distritais de Lisboa e Porto, respectivamente, fazem parte da Comissão de Honra da candidatura de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD.


O fundador e ex-presidente do PRD Hermínio Martinho, a advogada e ex-presidente da Assembleia Municipal de Lisboa Paula Teixeira da Cruz e o consultor do Presidente da República para os assuntos empresariais Pedro de Almeida, que foi secretário de Estado do Turismo no Governo de Durão Barroso, também integram a Comissão de Honra da candidatura de Passos Coelho.

Fazem ainda parte deste órgão, que será apresentado publicamente na sexta feira, o ex-líder parlamentar do PSD Fernando Condesso, o advogado Mário Melo Rocha, o professor de direito Pedro Pais de Vasconcelos e Jorge Antas, que foi secretário de Estado dos Transportes durante a governação de Cavaco Silva.

PASSOS COELHO VISITA BAIRRO CLANDESTINO

Durante a tarde desta quarta-feira o candidato visitou o bairro clandestino do Segundo Torrão, na Trafaria, Almada, com o objectivo de preparar o PSD para 'estar atento aos problemas do País.

Passos Coelho ressalvou que esta 'não foi uma acção de campanha', antes uma 'acção de sensibilização pública para estes problemas', uma vez que para o candidato a situação deste bairro 'ilustra um dos problemas mais graves que temos em Portugal'. in correio da manhã.

terça-feira, 9 de março de 2010

“Este é um plano que fica abaixo das expectativas”

Não há uma estimativa exagerada de aumento das receitas fiscais através do crescimento, garante.

Tem algumas medidas de sentido positivo mas, no geral, não convence. É a conclusão que fica da análise de António Nogueira Leite ao Programa de Estabilidade e Crescimento. O ex-secretário de Estado do Tesouro, que está por trás da elaboração do programa económico que Pedro Passos Coelho terá para o país caso vença as directas do PSD, lembra que a consolidação continua muito assente na receita e fica longe do desejável em termos de despesa. E diz que os mercados poderão penalizar Portugal por continuar a investir em projectos sem rendibilidade económica. in economico.sapo.pt

Passos Coelho diz que Governo está a «desfazer-se»

O candidato à liderança do PSD afirmou, esta terça-feira, que «o Governo está a desfazer-se» e que o «primeiro-ministro já está a fazer campanha para dentro do PS».

«Temos que dar uma alternativa de esperança aos portugueses», afirmou Passos Coelho, citado pela edição online do Sol, à margem de um almoço com militantes do PSD em Oliveira do Hospital.

Para o candidato à liderança do PSD, é fundamental que o partido tenha a «casa arrumada», para que possa apresentar «um rumo para Portugal». in A Bola

Passos Coelho critica aumento da carga fiscal e subconcessões rodoviárias

O candidato à liderança do Partido Social Democrata Pedro Passos Coelho considera que as linhas gerais do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), ontem apresentadas pelo Governo, são "um pouco contraditórias".

"Creio que o senhor primeiro-ministro afirmou que o caminho seria o da redução da despesa mas, na prática, aquilo que foi anunciado pelo Governo é que a carga fiscal vai aumentar porque as famílias portuguesas vão poder deduzir menos despesas de educação e de saúde quando entregarem o seu IRS", afirmou Passos Coelho que falava à margem da Assembleia Distrital do PSD-Porto, que está a decorrer esta noite na fundação Cupertino de Miranda.

Depois de ter recebido, em audiência em São Bento, as forças políticas com representação parlamentar para conversações sobre o PEC, o primeiro-ministro afirmou que a redução dos benefícios fiscais para os contribuintes com maiores rendimentos estava já prevista nos programas de Governo e do PS e não significam aumento de impostos.

"Quem ler o programa eleitoral do PS ou o programa do Governo, sabe que está bem expresso que nós iríamos agir na redução dos benefícios fiscais, em particular para os rendimentos mais elevados", sustentou José Sócrates.

Passos Coelho revelou-se ainda preocupado com a inexistência de "uma abertura do Governo para reavaliar os grandes projectos de investimentos", referindo-se às subconcessões rodoviárias.

"Se tivéssemos de reduzir a despesa, sem contar com o aumento de imposto para ter três por cento de défice daqui a três anos, precisaríamos de cortar cerca oito mil milhões de euros na despesa pública e o primeiro-ministro insiste em manter quase 20 mil milhões sobretudo ao nível das subconcessões rodoviárias, que é o que elas nos vão custar nos próximos 30 anos. Não me parece que seja razoável", disse Passos Coelho, saudando a opção do Governo de adiar por dois anos as ligações de alta velocidade Porto/Vigo e Lisboa/Porto.

O primeiro-ministro afirmou ontem que o adiamento de algumas despesas de investimento previstas no PEC, nomeadamente o adiamento por dois anos da construção daquelas duas linhas ferroviárias de alta velocidade, projectos contestados sobretudo pelo PSD, pretende procurar uma aproximação de posições com algumas forças da oposição.

"Tomamos a decisão de adiar por dois anos as ligações ferroviárias de alta velocidade entre Lisboa e Porto, e Porto e Vigo. Fazemos isto porque a ligação entre Porto e Vigo está condicionada por decisões do lado de Espanha, mas também para que a ligação entre Lisboa e Porto não tenha impacto financeiro nos exercícios orçamentais até 2013", disse José Sócrates, em conferência de imprensa, em São Bento
. in dn

Passos Coelho quer PSD com «casa arrumada»

O candidato à liderança do PSD, Pedro Passos Coelho, declarou esta terça-feira que quer um partido «com casa arrumada» que possa propor «um rumo para Portugal» pois «o Governo está a desfazer-se», escreve a Lusa.

Para o candidato, o sinal de que o Governo está a «desfazer-se» é que o «primeiro-ministro já está a fazer campanha para dentro do PS».

«Temos que dar uma alternativa de esperança aos portugueses», sustentou Passos Coelho, acusando o Governo de «distribuir mal os poucos recursos que temos».

Neste sentido, o candidato propôs duas medidas fundamentais para inverter a situação: um «tributo solidário», em que os beneficiários do subsídio de desemprego e do Rendimento de Inserção Social, «contribuam com horas de trabalho em instituições de solidariedade social», e um apoio às empresas que permita que o Estado possa compensar os trabalhadores pelas horas em que não trabalham nas empresas, evitando o pagamento de mais subsídios de desemprego.

Questionado acerca do programa de privatizações adiantado pelo Governo, Passos Coelho afirmou concordar com «as linhas gerai», mas salientou que estas devem «obedecer a um cronograma definido e que devem servir pelo menos em noventa por cento, para abater na dívida pública».

Pedro Passos Coelho sustentou que o PSD «é mais amigo do emprego que o PS», e propôs medidas para o relançamento da economia, destacando a baixa das taxas da Segurança Social e o atempado reembolso do IVA.

«Combatividade serena»

Os deputados Fernando Negrão, Luís Montenegro e Luís Campos Ferreira anunciaram o apoio a Pedro Passos Coelho, considerando que a sua «combatividade serena» garante uma liderança eficaz e responsável.

Luís Campos Ferreira anunciou que os três apoiam candidatura de Pedro Passos Coelho «essencialmente por três razões».

«Primeiro, de todos os candidatos é o que tem mais capacidade de integrar, de aglutinar todos os sociais-democratas no dia a seguir às eleições. Segundo, há muito que se está a preparar e é, por isso, o que está mais preparado para ser líder do partido e primeiro-ministro», salientou.

«Em terceiro lugar, num país onde toda a gente se habituou a falar berrando, a começar pelo senhor primeiro-ministro e a acabar nalguma oposição, a combatividade serena do doutor Pedro Passos Coelho é uma garantia de eficácia e de responsabilidade», concluiu Luís Campos Ferreira. In TVI24.

Mensagem do Director de Campanha para a Juventude de Lisboa - Nuno Firmo


Caro(a) Companheiro(a)

foi com grande honra que assumi a Direcção de Campanha, para a Juventude do Distrito de Lisboa, da Candidatura do Dr. Pedro Passos Coelho a lider do Partido Social Democrata. A minha decisão assenta em três principios basilares: Confiança, Esperança e Mudança.

Confiança, porque acredito que o Dr. Pedro Passos Coelho é o mais bem preparado de todos nós para enfrentar o dificil caminho que levará o PSD a voltar a governar Portugal.

Esperança, porque como jovem e dirigente da JSD sinto os problemas da juventude. Percebo o seu afastamento da politica e dos politicos. Conheço as suas difculdades. O Dr. Pedro Passos Coelho faz-me acreditar e esperançar pelo regresso do interesse dos jovens pela politica mas, mais importante do que isso, faz-me crer que existe esperança em Portugal.

Mudança, porque é urgente romper com o actual status politico e governativo do nosso país. A candidatura do Dr. Pedro Passos Coelho é o garante dessa ruptura.

Por tudo isto, acredito que a mobilização da Juventude em geral, mas em particular a juventude do PSD (a JSD) revelar-se-á fundamental para que todos alcancemos este importante designio. Nunca nenhum projecto nacional saiu vencedor sem o forte apoio e mobilização da juventude. Foi assim com o Prof. Cavaco Silva, foi assim com o Dr. Durão Barroso e estou certo que será assim com o Dr. Pedro Passos Coelho.

Esta é uma candidatura que nos devolve a vontade e a energia necessária para puxarmos por Portugal.

Conto contigo para esta caminhada. Portugal precisa de nós. Portugal precisa do Dr. Pedro Passos Coelho.

Nuno Firmo
Director da Campanha para a Juventude do Distrito de Lisboa
da candidatura do Dr. Pedro Passos Coelho à liderança do PSD.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Passos Coelho acusa Governo de querer aumentar impostos

O candidato à liderança do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou o Governo, este domingo, de «querer fazer um aumento encapotado de impostos, baixando as deduções à colecta nas áreas da saúde e da educação» através do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), escreve a Lusa.

«Se se confirmar que vai haver diminuição de deduções, isso corresponde, na prática, a um aumento encapotado de impostos», declarou Passos Coelho.

O candidato considerou que o aumento de impostos é o «pior caminho para Portugal», acrescentando que defende que «a redução da despesa do Estado não pode ser feita à custa do aumento de impostos». Nesse sentido, salientou a necessidade de um compromisso político para que «aqueles que trabalham e criam poupança no país não possam ser os que pagam a crise».

Passos Coelho defendeu a aposta «no crescimento económico» e redução da «despesa do Estado», apontando como solução para a descida da despesa, «refazer o programa Prace (Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado) através de um programa sério de emagrecimento da administração».

O dirigente político considerou que o Estado pode ajudar as empresas a manter emprego durante dois ou três anos mas sem aumento de despesas. «O Estado anda a pagar subsídios de desemprego enquanto as empresas vão falindo, quando podia pagar para que essas pessoas se mantivessem a trabalhar», concluiu.
in diario.iol.pt

Passos Coelho "sem paciência" para o Governo

O candidato à liderança do PSD Pedro Passos Coelho disse ontem que lhe "começa a faltar a paciência" para com a liderança de José Sócrates, que, "em vez de governar só chora", e diz estar preparado para "oferecer um novo Governo ao País". "O PS que acredite: nós não temos medo de eleições, estamos preparados para oferecer um novo Governo ao País", afirmou Passos Coelho, acrescentando: "Não tenho pressa em derrubar ninguém, nem de chegar ao Governo. Mas começa a faltar-me a paciência o ao ver um primeiro-ministro que só chora e se defende, em vez de governar o País."

O candidato laranja falava para uma centena de militantes de Viana do Castelo, onde inaugurou a sua sede de campanha, curiosamente frente ao Gabinete de Advogados de Aguiar-Branco naquela cidade. Sem se referir directamente aos restantes adversários na corrida à liderança do PSD, Pedro Passos Coelho preferiu acusar o Governo de "querer fazer um aumento encapotado de impostos, baixando as deduções à colecta nas áreas da saúde e da educação".

"Se se confirmar que vai haver diminuição de deduções, isso corresponde, na prática, a um aumento encapotado de impostos", disse ainda, considerando o aumento de impostos como o "pior caminho para Portugal".

Em contrapartida, defendeu ser necessário "apostar no crescimento económico e reduzir a despesa do Estado", apontando como receita um novo "programa de Reestruturação da Administração Central do Estado", de forma a emagrecê-la. E sublinhou a necessidade de um compromisso político para que "aqueles que trabalham e criam poupança no País não possam ser os que pagam a crise".

O candidato à liderança do PSD considerou que o Estado po- de ajudar as empresas a manter emprego durante dois ou três anos, mas sem aumento de despesas. "O Estado anda a pagar subsídios de desemprego enquanto as empresas vão falindo, quando podia pagar para que essas pessoas se mantivessem a traba- lhar", afirmou, defendendo também a atribuição de horas semanais de trabalho social aos beneficiários do rendimento mínimo. in dn 08-03-2010

Debate entre Passos Coelho e Aguiar Branco adiado

O debate entre Pedro Passos Coelho e José Pedro Aguiar Branco marcado para amanhã, Terça-Feira dia 9 na SIC Noticias, foi adiado para Sexta-Feira, dia 12, às 21h no mesmo canal!

Mensagem de Pedro Folgado – Mandatário Distrital para a Juventude


Caros companheiros e amigos,

Portugal atravessa um dos períodos de maiores dificuldades e incerteza de que temos memória e em que, cada vez mais, é necessária uma liderança forte, credível e capaz.

O PSD, por seu lado, tem que estar à altura dos desafios que o País enfrenta e tem que dar o exemplo, proporcionando uma alternativa na qual os portugueses se revejam e acreditem. Alguém que esteja apto e determinado a promover a mudança indispensável na sociedade portuguesa.

Acredito que Pedro Passos Coelho personifica essa alternativa de liderança, e que é quem melhor poderá defender os superiores interesses de Portugal e proporcionar-nos uma visão de futuro.

Para mudarmos o País, temos que começar por mudar o PSD e não podemos desperdiçar mais oportunidades nem permitir que outros decidam por nós.

É para nós que o futuro se prepara e é sobre nós que recai a responsabilidade de Mudar!

Pedro Folgado